quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

TPM e Massagem


            O que é a TPM?
            Segundo Mara Diegoli (médica, trabalha no Departamento de Ginecologia do Hospital das Clínicas e é coordenadora do Centro de Apoio à Mulher com Tensão Pré-Menstrual do Hospital das Clínicas da Universidade São Paulo.):
Tensão pré-menstrual, ou TPM, caracteriza-se por um conjunto de sintomas e sinais que se manifesta um pouco antes da menstruação e desaparece com ela. Se eles persistirem, não se trata da síndrome de TPM, que está diretamente relacionada com a produção dos hormônios femininos.
A produção dos hormônios femininos oscila ao longo do mês. Durante a menstruação, ela não tem nem estrogênio nem progesterona. O estrogênio é o hormônio da feminilidade, que deixa a pele mais bonita, a mulher mais alegre, faz desenvolver as mamas, arredonda o quadril e torna a voz mais suave. A partir da menstruação, o nível de estrogênio começa a crescer e atinge o máximo por volta do 14º ou 15º dia, fase em que ocorrem a ovulação e o aumento da libido. A mulher fica mais fogosa, mais alegre e é preciso tomar cuidado se não quiser engravidar. Depois, o nível de estrogênio vai caindo e a mulher começa a produzir progesterona. Segundo o próprio nome diz – pró-gestare -, trata-se do hormônio da gestação, que prepara a mulher para a gravidez. Se por um lado a deixa mais tranquila, por outro favorece a retenção de líquidos, o aumento de pelos e diminui a imunidade. Em contrapartida, interrompendo a ação do estrogênio, a progesterona impede, por exemplo, o desenvolvimento de câncer de útero. Ela chega para trazer controle e estabilidade, mas provoca alguns sintomas colaterais: inchaço, depressão, aumento de pelos. A segunda fase do ciclo é um período caracterizado por mais inércia e tranquilidade. As mulheres ficam um pouco deprimidas e mal-humoradas, mais quietas e com menos libido. De repente, os dois hormônios caem por volta do 26º, 28º dia e desaparece o equilíbrio. A queda gradativa do estrogênio provoca os sintomas típicos da TPM. Quando ele volta a crescer, a mulher se sente melhor.
Os sintomas da TPM
Os sintomas são variados: irritabilidade, depressão, dor nas mamas e agressividade, que pode e deve ser controlada. Dor de cabeça é outra queixa frequente. A mulher também chora fácil sem saber exatamente por quê e pode explodir sem motivo.
            Como a massagem ajuda as mulheres com TPM
A maioria dos tratamentos da TPM estão direcionados a diminuir a ansiedade e a irritabilidade. Exercícios físicos aeróbicos e o uso de ansiolíticos estão entre esses tratamentos.
Nesse sentido, uma boa massagem – a Massagem Biodinâmica – recebida com regularidade, pode ser uma aliada no tratamento da TPM.

A Massagem Biodinâmica é um importante instrumento terapêutico que permite à pessoa experimentar diversas sensações: ser protegida, acolhida, vinculada.
Através da massagem o terapeuta está "falando" com a cliente em um nível muito profundo do seu ser. Não está dando energia; está contatando a energia da pessoa e estimulando seu fluxo. As mãos do terapeuta direcionam a energia e os efeitos desse contato permanecem internamente na cliente muito além dos minutos em que é tocada.
Recebendo massagem com regularidade o fluxo energético torna-se cada vez mais abundante, a cliente encontra sua riqueza interior, sua força e também o prazer de estar nesse corpo.





Massagem Terapeutica Biodinâmica


 Massagem Biodinâmica
 
Bio= vida
dinâmica= movimento


vida em movimento - fluxo energético - energia vital em circulação - 


bem estar - auto-regulação - harmonização - equilíbrio - qualidade de vida -


saúde - beleza - força - vitalidade -  alegria de viver




Venha conhecer e sentir os benefícios desta terapia corporal.


Keico Fugita 
Massagista Biodinâmica


Local: Rua Paulo Virgínio, 13 B anexo- Vila Mariana - São Paulo, Brasil.
              e-mail:   keicof@hotmail.com
              tel: 011 9 7225-4046







sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Florais em questões femininas



Há muito tempo percorremos um caminho para reabilitar uma conexão entre corpo e alma. Desde a Antiga Grécia, essa relação se dava sob um conflito, e parece, ainda não equilibramos muito essa questão.  
Nosso corpo  pode ser tratado como algo mais que uma máquina ? Nossos sintomas podem ser considerados como sinais de desequilíbrio? Nosso bem-estar está acima de qualquer outra prioridade, antes de perdê-lo ? Prevenir é melhor que remediar ? 
Essas questões podem fazer parte de qualquer reflexão sobre nosso corpo, mas aqui falarei sobre o corpo feminino  e a TPM. Esse mal que assola cada vez mais mulheres no mundo atual. 
Por que será ? 
Será que nossas avós não sofriam disso ou não falavam sobre isso? Provavelmente sofriam, mas naquele tempo esse período também não era tão severo.  
A diferença mais marcante deve ter tido início na época em que mulheres da nossa época (embora isso já tenha sido no século passado!) criaram um movimento para conquistar direitos iguais entre mulheres e homens. A partir desse momento, na evolução do curso da história, diferente da conquista de igualdade, as desigualdades foram salientadas e o feminino, na ânsia da conquista dos seus direitos, buscou cada vez mais a semelhança com o mundo masculino. 
E, nesse trajeto, perdeu-se muita conexão com o que era  saudável no feminino, infelizmente. E, ainda hoje, continua para aquelas que recusam o papel do feminino meramente a serviço da apreciação masculina, expressa na satisfação visual de um corpo esbelto e jovem (como se os homens também não envelhecessem!) ou na supressão de outras características exclusivamente femininas, como a menstruação ou gravidez a fim de conquistar maior “equilíbrio” em determinadas etapas da vida profissional, a conquista de seus direitos iguais (considerada as diferenças!) e da conexão com seu próprio corpo e alma. 
Assim, muita atenção tem sido dada às questões femininas, inclusive à TPM. E muitas opções estão disponíveis: desde a supressão da menstruação até terapias florais ou corporais. 
Florais 
Esse método organizado pelo Dr. Edward Bach na década de 30, possibilita harmonizar padrões desequilibrados em nosso pensar, sentir e agir. 
Assim, os Florais de Bach, como muitos outros sistemas florais reconhecidos posteriormente, como os florais da Califórnia, Austrália, de Minas, entre outros, estão a serviço da possibilidade de integração entre os três centros (pensar, sentir e agir) que nos distinguem como seres humanos potencialmente livres, fraternos e iguais. Sejam masculinos ou femininos. 
Integrando TPM e Florais  
Bem,  a TPM acontece na segunda metade do ciclo menstrual, com a evidencia de alguns sintomas que causam desconforto na relação consigo mesma ou interpessoal, tais como: cefaléia, fadiga, irritabilidade, humor deprimido, dificuldade de concentração, raiva, choro fácil, entre outros. 
Entre esses sintomas citados, já temos uma amostra daqueles que podem apenas causar desconforto na relação consigo mesma (cefaléia) e daqueles que afetam as relações interpessoais (irritabilidade). E como apenas nesses dois constatamos  como o pensar, sentir e agir se descontrolam. Sim, porque com dor de cabeça nosso raciocínio se desequilibra tanto quanto numa explosão de raiva! 
É lógico que pode-se fazer uso, e deve-se com orientação médica,  de analgésicos e outros medicamentos para suprimir desequilíbrios graves. Mas que atenção é dada ao sinal que o corpo emite através de  um sintoma ? O que ele nos transmite numa hora dessa ? 
Pode ser encarado como “é uma droga ser mulher nessa hora” e também como “o que EU tenho feito com a mulher que sou ?” 
Seja qual for o caminho escolhido, os florais podem acolher.  
Os Florais apoiam sua trajetória de descobrimento e desenvolvimento ao possibilitar essa reflexão e mudança de padrão conscientemente. 
Após criteriosa escolha, as essências florais,  ingeridas com regularidade, atuam de maneira sutil no padrão vibratório,  permitindo um maior reconhecimento das questões particulares e mobilizando recursos internos para a transformação. 
Da mesma maneira que cada nota musical tem um tom e vibra numa determinada frequência assim também acontece com cada essência floral, em nosso ser. E cada vibração vai aos poucos harmonizando o que reconhecemos estar em desequilíbrio. Na TPM os florais agiriam sobre as questões pessoais que podem estar ligadas a cada sintoma que ocorre nesse período ajudando a entendê-los e assim aliviando-os.
Se dê a oportunidade de um novo caminho para cuidar da sua feminilidade, experimente os Florais.
Olivia Gonzalez
Terapeuta Corporal e Floral

Um pouco de si

A verdadeira profissão do homem é encontrar seu caminho para si mesmo.
Hermann Hesse

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Corpo&Alma


O homem não tem um corpo separado da alma. Aquilo que chamamos de corpo é a parte da alma que se distingue pelos seus cinco sentidos."Fonte - O Casamento do Céu e do InfernoAutor - Blake , William

terça-feira, 12 de junho de 2012

Expo Saúde Alternativa


Destacando:
Segundo a Organização Mundial da Saúde, três em cada quatro pessoas recorrem às terapias complementares e alternativas. 
Nas regiões em desenvolvimento, as curas ancestrais são requisitadas desde sempre. Já o Ocidente, começa agora a aderir às mesmas práticas, uma vez que isso implica em uma concepção de saúde mais completa.
A comunidade médica está ativamente abraçando a massagem, acupuntura e outras formas de terapias complementares e alternativas, que estão se tornando parte integrante dos cuidados hospitalares e neonatal nas unidades intensivas. Incorporando massoterapeutas em seu quadro de profissionais e até mesmo fazendo parcerias com spas para o tratamento pós-cirúrgico como parte vital do processo de recuperação, a medicina complementar vem ganhando cada vez mais espaço e visibilidade.
visite site: www.exposaudealternativa.com.br

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Contra dor de cabeça ?! Massagem!!

Vale a pena incluir aqui notícia como essa! É muito interessante perceber o interesse crescente em desvendar que a massagem e outras práticas alternativas funcionam!

13/07/2010 - 11h08
Massagem é alternativa a analgésico contra dor de cabeça, dizem médicos
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IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Uma sessão de 30 minutos de massagem pode ter o mesmo efeito de analgésicos na melhora da dor de cabeça. Sem as desvantagens do remédio, que, usado com frequência, piora o quadro e torna o problema crônico.
A eficácia da massagem na cabeça e no pescoço foi demonstrada em um estudo controlado feito na Universidade de Granada (Espanha).
Na pesquisa, os participantes com crise de dor de cabeça do tipo tensional tratados com massagem tiveram melhora da dor, menor nervosismo e ansiedade e maior estabilidade da frequência cardíaca. Os efeitos se prolongaram por 24 horas.
"Já havia estudos mostrando benefícios da massagem na prevenção da dor. Esse é o primeiro que mostra efeito na crise", diz Mario Peres, neurologista do hospital Albert Einstein.
Para Peres, os resultados da pesquisa são bastante interessantes porque ajudam no processo de retirada de analgésicos, usados pela maioria dos pacientes com dor de cabeça crônica.
Segundo Deusvenir de Souza Carvalho, coordenador do ambulatório de cefaleia da Unifesp, pesquisas nacionais mostram que pelo menos 12% dos brasileiros sofrem de dor de cabeça do tipo tensional.
Diferentemente da enxaqueca, esse tipo de cefaleia não provoca náusea, vômito e sensibilidade à luz. A dor se distribui igualmente pela cabeça e se caracteriza por uma sensação de peso ou de algo apertando o crânio.
A pesquisa prova o efeito da massagem feita por especialista apenas para esse tipo de dor de cabeça. Para os médicos, os resultados não se aplicam à automassagem.
VICIADOS EM REMÉDIOS
"O trabalho é importante, porque a maioria dos pacientes com o tipo tensional de dor só procura o médico quando já está viciada em remédios", diz o neurologista Carlos Eduardo Altieri, do hospital Sírio-Libanês.
Para ele, uma das causas da cronificação da dor é o fato de as pessoas confiarem demais nos analgésicos e não aderirem aos tratamentos físicos, como massagem, fisioterapia e acupuntura.
"O remédio tem, no começo, efeito imediato, e as pessoas confiam nisso. Essa pesquisa prova que a massagem também "aborta" a dor, sem a desvantagem do rebote [volta da dor depois que passa efeito da droga]", diz Altieri.